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Não aos animais nos circos! 15 novembro, 2008

Posted by Ane Muva in Principal.
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Aposto que você, quando era criança adorava ir ao circo. Tinha pipoca, palhaços, e uns animais estranhos, fazendo coisas engraçadas.

Só que agora que conhecemos melhor a realidade dos animais nos circos, isso não tem mais tanta animais_circospreviewjpg1graça. Tirados do seu ambiente natural, arrancado de suas famílias, ou mesmo de zoológicos, os animais de circo aprendem desde bebês uma lição: a desobediência será violentamente castigada.

Leões, chimpanzés, ursos, camelos, cachorros e muitos outros animais passam suas vidas trancados numa jaula minúscula, tendo como momentos de excessão os treinamentos marcados pela violência. São chicotes, barras de ferro e espetos os instrumentos responsáveis por essa “educação”. Assim vemos elefantes dançarinos, cavalos que contam, ursos que andam de bicicleta, e aplaudimos este espetáculo de tortura.

Agora uma pergunta: você é a favor ou contra essa prática?

O blog da Comissão de Educação e Cultura fez uma enquete sobre o tema e revela, até este momento, que a disputa está acirrada. Metade deseja banir o uso de animais nos circos, e a outra quer manter. No entanto não é isso que mostra uma pesquisa feita pelo programa Fantástico (tá certo que isso não traz tanta credibilidade assim), onde 97% dos entrevistados queriam banir os animais nos circos. O que há de errado? Talvez a falta de participação. É de extrema importância nossa manifestação nessa enquete (vai até segunda, dia 17/11), pois na Câmara está tramitando um Projeto de Lei sobre os circos.

Há também uma outra manifestação, no ar desde 23/06/2008. Trata-se de uma PETIÇÃO PELA ABOLIÇÃO DO USO DE ANIMAIS EM CIRCOS. Até escrever este post, junto com a  minha, a petição contava com 24811 assinaturas. Essa petição será enviada ao Congresso Nacional. Eis um trecho:

“Esta prática medieval de exploração, que rebaixa seres sencientes a meros instrumentos, sujeitando-os à toda forma dano e violência, é inadimissível, eticamente injustificável e deve ser banida em favor da promoção da educação ambiental, dos direitos animais e da cultura que busque estabelecer uma tradição da não-violência e de respeito à vida e ao comportamento natural dos animais.”

vídeo do Globo repórter:
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História das coisas 2 novembro, 2008

Posted by Ane Muva in Principal.
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Apesar do título pretencioso, o documentário é um resumo realmente interessante sobre a história de muitas coisas. Vale a pena ganhar um tempo assistindo!

“Free-ciclagem” 21 outubro, 2008

Posted by Ane Muva in Principal.
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Uma vez um amigo contou uma história sobre o seu sofá. Ele caminhava de volta pra casa, quando encontrou um sofá na calçada, perto da lixeira. Tá certo que ele não estava assim, em perfeito estado. Mas o cara precisava mesmo de um sofá. E com ele ficou por mais alguns anos. É a concretização do velho ditado “há sempre um pé cansado pra um chinelo velho”. Às vezes o que não é mais útil para alguém, pode servir muito bem para outra pessoa.

Foi pensando nisso que surgiu no Arizona, EUA o Freecycle, uma rede de troca de bens que funciona em todo o mundo, de forma local. O sistema de trocas funciona por meio de um grupo no Yahoo (uma pena, pois nem todos têm conta nesse site) e está aberto a todos que desejam “reciclar” aquele item especial em vez de jogá-lo fora. Desde um vaso de plantas, um armário ou uma porta velha, você está livre para postar mensagens de doação. Ou até mesmo pedir alguma coisa da qual realmente necessite!

O grupo conta, no entanto, com algumas regras simples para o seu bom funcionamento, como por exemplo:

  • não pedir, oferecer ou aceitar nada em troca (sem cambios, é uma atitude de boa ação)
  • não enviar spam
  • ser pontual na recolha
  • usar de precaução ao lidar pessoalmente com estranhos (como mamãe já dizia…)

O objectivo da free-ciclagem não é obter bens gratuitamente, mas evitar que objetos ainda utilizáveis venham parar nas lixeiras.

Seguindo a ética do grupo, todos serão bem vindos por lá. A idéia é mesmo divulgar para o maior número de pessoas possivel. No mundo todo, já são quase 6 milhões de usuários. No Brasil, com quase mil, há ainda muito espaço pra crescer. Se na sua cidade ainda não existe um grupo, crie-o você mesmo se sentir-se apto a moderá-lo.

Saiba mais, e conheça os grupos em freecycle.org
Veja uma matéria feita sobre o Freecycle (em inglês =/):

Slow Life 11 outubro, 2008

Posted by Ane Muva in Principal.
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Fast-food, competitividade, stress, etc. Será isso que as pessoas escolheriam para sua vida? Nem todas. Está cada vez mais forte o movimento Slow Life, que estimula uma vida calma e feliz.

Slow Life surgiu como uma extensão do Movimento “Slow-Food”. Iniciado na Itália, este surge “como resposta aos efeitos padronizantes do fast food; ao ritmo frenético da vida atual; ao desaparecimento das tradições culinárias regionais; ao decrescente interesse das pessoas na sua alimentação, na procedência e sabor dos alimentos e em como nossa escolha alimentar pode afetar o mundo.” (http://www.slowfoodbrasil.com/)

Fazer parte do movimento, traz inúmeras vantagens, que podem ser vistas no site. Não é gratuito, mas apesar de ser cobrado em euros não é nada muito absurdo. A parte boa é que conhecer e seguir as filosofias por esses movimentos pregados ainda é grátis.

Esta tendência é um esforço no sentido de criar uma sociedade sustentável, em contraposição a uma era de produção e consumo em massa, e de descarte em massa. O Slow Life tem crescido em muitos lugares do mundo. Mas destaca-se principalmente o Japão, onde até uma “Declaração Slow Life” foi criada na cidade de Kakegawa.

Nessa declaração, a prática da Slow Life envolve os seguintes oito temas:

– Slow Pace (Passos) – Nós valorizamos a cultura do caminhar, para ficar em forma e reduzir acidentes de trânsito.

– Slow Wear (Vestir) – Respeito e apreço pelas roupas tradicionais.

– Slow Food (Alimentos) – Apreço pela cultura gastronômica, de pratos típicos e saudáveis.

– Slow House (Habitações) – Respeito às casas tradicionais, ênfase na durabilidade e conservação do ambiente natural.

– Slow Industry (Produção) – Cuidado das florestas, através de formas de agricultura e indústrias, com emprendimentos sustentáveis, mão-de-obra humana, lavouras urbanas e turismo ecológico.

-Slow Education (Educação) – Menos atenção às conquistas acadêmicas, sociedade na qual as pessoas podem apreciar as artes, os hobbies e os esportes, e boa comunicação entre todas as gerações.

– Slow Aging (Envelhecer) – Envelhecer com graça e auto-confiança, ao longo de toda a vida.

– Slow Life (Vida) – Baseados na filosofia de vida declarada acima, viver nossas vidas com a natureza e as estações, poupando nossos recursos e energia.

U$ 10.000.000,00 para ajudar o mundo 2 outubro, 2008

Posted by Ane Muva in Principal.
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Que tal ter uma idéia que irá ajudar a milhões de pessoas e ainda ter 10 milhões de dólares para implementá-la?
É isso que propõe o site Google, com o Projeto 10 elevado a 100, que diponibilizará U$ 50 milhões para ajudar a implantar as 5 idéias mais inovadoras.
As inscrições vão até 20 de Outubro e devem estar dentro das categorias comunidade, oportunidade, energia, ambiente, saúde, educação, moradia e tudo mais (em algumas ocasiões, as melhores idéias não se encaixam em nenhuma categoria).

Meia Amazônia Não! 27 setembro, 2008

Posted by Ane Muva in Principal.
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Ainda tem gente que diz que os grandes homens de Brasília não fazem nada. Olha só o brilhante projeto criado pelo senador Flecha Ribeiro (PSDB-PA). O PL 6424/2005, entre outras coisas, autoriza a derrubada de até 50% da Floresta Amazônica, além de legalizar todos os desmatamentos dos últimos 40 anos!

Por mais absurdo que pareça, é um problema grave. Já foi aprovado pelo senado, e espera o crivo da Câmara dos Deputados.

Queremos a Amazônia por inteiro!

Ajude você também, e saiba mais no link http://www.meiamazonianao.org.br

Veja o vídeo da campanha do Greenpeace: